31 de jan de 2017

[Divulgação] Box de Livros Julia Quinn @editoraarqueiro

 
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30 de jan de 2017

[Divulgação] Bate-papo com quadrinistas no Dia do Quadrinho Nacional:


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28 de jan de 2017

[Divulgação] Maria e Eu por Vanda Amorim

A história emocionante de uma jovem que superou o abandono e a tortura sexual.

Autora de sucessos como Crocodilo Sonhador e Deus Não Abandona, Vanda Amorim lança livro que narra história inspirada no cotidiano de pessoas de verdade

Maria e Eu, obra da advogada Vanda Amorim que acaba de ser publicada pela Editora Letramento, traz um diálogo emocionante e sensível entre a jovem Maria e o leitor. Vítima de abandono e tortura sexual, a personagem narra detalhes impactantes sobre sua trajetória de vida, além da luta que enfrentou para superar o passado e recomeçar.
De origem simples e moradora de uma comunidade carioca, Maria sofria abuso sexual do padrasto desde os quatro anos de idade. Aos 12, a mãe deu a ela um prazo: a adolescente tinha dois anos para sair de casa. Abandonada, aos 14, e grávida de um filho que não queria, foi jogada a própria sorte.
"Com a barriga vazia de comida e cheia de uma criança que eu não queria, perambulei por horas pelas ruas do Rio de Janeiro, sem saber que rumo dar à minha história. Foi triste e humilhante. Passei o meu aniversário na rua, sem roupa, sem comida, sem dinheiro e sem nem um fio de esperança". (p. 34)
Mas, afinal, como aceitar a gravidez e um filho fruto de uma violência sexual e de anos e anos de abuso? Com uma linguagem acessível e envolvente, Vanda expõe, com muita delicadeza, a trajetória de uma jovem, vítima de um sofrimento motivado pelo abandono social, que favorece a brutalidade e a selvageria.
Ao abordar a violência contra a mulher, mais especificamente a violência infantil, a autora procura tocar o coração das pessoas e ao mesmo tempo fazê-las refletir. “O abuso sexual infantil é um problema gravíssimo e precisa ser combatido e a maneira em que eu posso ajudar é fazendo boas histórias, capazes de atingir o coração das pessoas, fazendo-as sensibilizar com o problema”.
Ao atuar nas áreas de psicologia e advocacia especializada em família, não faltaram histórias para inspirar a escritora mineira radicada em São Paulo. Acostumada a lidar com situações de muitas perdas, o mais encantador, segundo ela, é ver como as pessoas tem a capacidade de se refazerem: “Quase sempre chegam despedaçadas e duvidosas que um dia se reerguerão. Depois do sofrimento, na maioria das vezes, essas pessoas saem mais fortalecidas e prontas para novos enfrentamentos. Diante de tantas biografias marcantes e envolventes, não fica difícil criar histórias para contar”.
Baseada em história ficcional ambientada no Rio de Janeiro neste século e inspirada em situações reais, Maria e Eu espera levar uma mensagem de esperança, em especial às pessoas que vivem ou já viveram em situação de tortura.
"Nesta obra, resta claro a necessidade de substituir o ressentimento pelo perdão. De agradecer pelo que se tem e não se ressentir pelo que falta. Melindrar-se por problemas irremediáveis é suicídio emocional. É bater a cabeça contra a parede e agravar o drama pessoal. Deve se ter em mente que mesmo as experiências mais frustrantes têm algo a ensinar. Todos, em algum momento, ficam expostos a algum tipo de derrota e frustração. Faz parte da essência humana". (Keila Ferreira)
O livro, além de poder ser adquirido separadamente, também compõe a Coleção Vanda Amorim, publicada pela Editora Letramento. O box traz, além deste lançamento, as obras Crocodilo Sonhador e Deus Não Abandona.

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27 de jan de 2017

[Divulgação] OPERAÇÃO TRIO

Uma série que pretende levar os adolescentes a embarcarem numa grande viagem pelos momentos mais importantes da história mundial digitalizando relíquias para criar o primeiro museu virtual do mundo!


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A “Operação Trio”, nova coleção do Pá de Palavra, selo infantojuvenil da Parábola Editorial, Marc Cantin e Isabel contam a história de três amigos, Mina, Matias e Robin, que conseguem viajar no tempo em missões programadas por Rosa, um supercomputador projetado por Teodoro Champollion, arqueólogo e inventor, avô de Mina.
Rosa foi programada para enviar a menina e os dois garotos a diferentes tempos históricos, nos quais, durante duas horas, eles devem se incluir naquelas sociedades, descobrir e digitalizar objetos representativos daquele momento, que serão na volta incluídos na exposição virtual do museu criado por Teodoro Champollion – o primeiro museu virtual do mundo!
O projeto era que essas missões fossem cumpridas pelo próprio Teodoro. Mas, como viajar no tempo sempre é perigoso, Teodoro ficou preso nas dobras do tempo. Para poder libertá-lo, Rosa tem de executar todas as viagens programadas em sua memória. É nesse momento que Mina, Matias e Robin, todos com 12 anos, encaram essas viagens para digitalizar obras para o museu virtual e, ao mesmo tempo, resgatar Teodoro – avô querido de Mina.
A coleção é composta de onze títulos. Cada um deles narra uma aventura diferente do trio, e as ilustrações fazem você viajar com os personagens.
E sabe aquelas palavrinhas ou expressões que às vezes não conhecemos? Não precisamos nos preocupar, pois o livro ainda conta com um glossário feito por Rosa, que tem bilhões de informações armazenadas em seu cérebro eletrônico para nos ajudar a aproveitar melhor a leitura de cada aventura.
Impossível não se identificar com nossos viajantes do tempo!
As obras estão disponíveis no site: www.padepalavra.com.br 


Serviço:
Autores: Marc Cantn e Isabel
Tradução: Marcos Marcionilo
Editora: Pá de Palavra
Edição original: Éditions Nathan, França
Volumes da coleção: 
1. Cara a cara com gladiadores
2. Armadilhas no Egito
3. Duelo de cavaleiros
4. Roubo em Versalhes
5. Descoberta da América
6. Perigos na pré-história
7. A tomada da Bastlha
8. Profecias na Grécia
9. Vikings terríveis
10. O tesouro do pirata
11. O dragão da China
Preço: cada volume R$ 22,00


SOBRE OS AUTORES

Marc Cantn e Isabel escrevem a quatro mãos faz muitos anos. Eles são escritores e roteiristas de quadrinhos especializados em literatura infantl e juvenil. São casados e vivem na Colômbia. Quando não estão escrevendo, fazem trabalhos voluntários com crianças ou colaboram em projetos comunitários através da sua associação (Coyote Juventude). Entre suas publicações mais importantes estão Nitou l’Indien, Moi Félix 10 ans sans papiers e os quadrinhos Ma mère et moi... Eles são autores de mais de 200 publicações.


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21 de jan de 2017

[Divulgação] Projeto Casusbelli

Projeto Casusbelli foi criado pelo ator e escritor Vitor Rocha, a comunicóloga Pollyanna Leite e a jornalista Mariana Sagossi. Se trata de um projeto social que vai arrecadar fundos para a compra de material escolar para crianças carentes e dará como recompensa para os doadores o livro "Casusbelli".

"Casusbelli" é a história rimada de um circo do interior do Brasil e seus integrantes nada comuns. A história começa quando João sonha em ter um circo e promete a uma velha senhora que não morreria sem realizar esse sonho. Daí até o fim é que ele vai encontrando com a doce Letícia, uma bailarina um pouquinho diferente do normal, Dirceu, o palhaço alérgico a maquiagem, e tantos outros tipos que compõe o grande elenco de Casusbelli.
Abaixo, uma imagem ilustrativa do livro, com uma capa não oficial... Até porque a capa oficial é desenhada e colorida pelo incrível Édipo Régis, o único ilustrador adulto do nosso projeto...
Sim, pois algumas partes da história do livro se referem a trechos da infância dos personagens e ligado a tudo aquilo que você sabe que o nosso projeto vai fazer se for bem sucedido, nós optamos por pedir para que CRIANÇAS de diferentes idades, classes e origens fossem as ilustradoras dessa história. Contudo, o desenhista Édipo Gueiros é quem assina a arte da capa e alguns quadros do livro.

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10 de jan de 2017

Invocadores do mal (Cheryl A. Wicks com Ed e Lorraine Warren) @Pensamento

Autor: Cheryl A. Wicks com Ed e Lorraine Warren
Editora: Pensamento
Ano: 2016
Páginas: 280
Média no Skoob: 4
Média do Blog: 4 lupinhas

Compare e Compre

A obra apresenta estudo de caso do casal Warren, Ed e Lorraine dão voz há alguns de seus inumerosos trabalhos como Demonologistas.

O livro é dividido em seções, abordando brevemente a vida do casal, como se tornaram pesquisadores, desmistificando algumas coisas sobre atividades paranormais, destrinchando casos entre eles o famoso de Amityville.

A abordagem do livro é bem natural, feita através das palestras dada pelo o casal, é como se você estivesse no meio do público, observando atentamente aos comentários, a elegância de Lorraine e ao senso de humor de Ed, que vira e mexe sempre fala em comida. Eles mencionam também sobre o que mais assusta nesse ramo.

"O que mais me assusta é o poder e a inteligência do mal, e a forma como ele consegue ter impacto sobre tanta gente"

Alguns casos chegam a assustar e então cai a ficha que aquilo não é ficção que aconteceu de verdade, o desfecho de muitos deles são os mais simples que você possa imaginar. As vezes é melhor não mexer em algo que já está lá há séculos, você não sabe no que vai desencadear.    

O mal se faz presente em boa parte dos casos, na terceira seção os Warren expõem sobre o maligno, mostram os passos no processo demoníaco e sobre a destruição do indivíduo possuído.   

"O demoníaco é atraído pela raiva, pela frustração e pelo comportamento autodestrutivo que envolve drogas e álcool. Ele se alimenta do medo"

Eles sempre enfatizam que em hipótese nenhuma você deva fazer uso de um tabuleiro ouija, nem cartas de tarô e muito menos frequentar sessões que evoquem espíritos. Você nunca está a salvo de possíveis manifestações paranormais, pra que tentar fazer uso desse tipo de invocação?!

Beijinhos e até a próxima!


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8 de jan de 2017

[Divulgação] Livro revela otimismo como propulsor de histórias e encantamentos

Voltaire em Cândido ou O otimismo narra mudanças bruscas na vida de um homem que não perde as esperanças nos ensinamentos que recebeu
A mais célebre obra de Voltaire, Cândido ou O otimismo, chega às livrarias neste mês pela Edipro, a editora dos clássicos. Trata-se de uma ficção, publicada primeiramente em 1759 e o autor recorre às tragédias da época que viveu, como o terremoto de Lisboa de 1755 e a Guerra dos Sete Anos, entre 1756 a 1763.
A obra contempla uma crítica otimista à visão do filósofo alemão Gottfried Leibniz, expressada por meio do personagem Pangloss, o mestre do jovem protagonista Cândido. O mentor prega ensinamentos baseados em viver no melhor dos mundos possíveis, isso até que o discípulo é expulso do paraíso, o castelo de seu senhor.
Candido acaba em uma sucessão de problemas: é afastado da amada Cunegundes, torturado pelos bugres, sofre um naufrágio e um terremoto, perde seu mestre enforcado, é roubado e enganado por duas vezes consecutivas.
Após encarar as piores mazelas da humanidade em uma jornada por três continentes, Candido começa a ver o otimismo não mais como seu melhor aliado, desconfia de tudo que aprendeu e percebe que talvez não exista o ‘melhor dos mundos’.
O livro é um romance pitoresco satirizando o século 17, critica com humor os privilégios da burguesia, a intolerância religiosa e os acontecimentos da Inquisição.
A fé de Cândido nas máximas de seu mestre resistirá a essa sucessão de horrores? Recheada de humor ácido, esta é uma das obras basilares da literatura ocidental e apresenta uma reflexão profunda sobre a natureza do homem.
Sobre o autor: François-Marie Arouet (1694-1778), mais conhecido como Voltaire, foi um escritor, ensaísta, deísta e filósofo iluminista francês. Conhecido pela perspicácia e a espirituosidade na defesa das liberdades civis, inclusive liberdade religiosa e livre-comércio. Deixou mais de 70 obras em diversos gêneros literários (peças de teatro, poemas, romances, ensaios, obras científicas e históricas, cartas e panfletos). Por atacar os privilégios da realeza e do clero em seus escritos, foi preso duas vezes; para escapar a uma terceira prisão, refugiou-se na Inglaterra por três anos.

Ficha técnica:
Editora: Edipro
Preço: R$ 29,00
ISBN: 9788567097350
Edição: 1ª edição, 2016
Tamanho: 21x14cm
Número de páginas: 112

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7 de jan de 2017

[Divulgação] As histórias do Pequeno Patachú

Editora Piu lança projeto de financiamento coletivo para publicar, no Brasil, as histórias "perdidas" que teriam inspirado a criação de O Pequeno Príncipe Publicar dois lindos livros infanto-juvenis, divulgar o personagem que pode ter inspirado Saint-Exupéry a criar O Pequeno Príncipe e permitir que os leitores do Brasil conheçam os autores franceses Tristan Derème (1889-1941) e André Hellé (1896-1945). 

O projeto da Editora Piu na plataforma de financiamento coletivo Catarse (www.catarse.me/patachu) tem estes objetivos. 

As histórias do menino chamado Patachu foram criadas pelo poeta francês Tristan Derème em 1929 e publicados originalmente em dois volumes com ilustrações de André Hellé: O Pequeno Patachu e As Histórias de Patachu. A Editora Piu vai publicar exatamente assim, em dois volumes. A suspeita de que Saint-Exupéry inspirou-se nas histórias de Derème foi levantada pela primeira vez em 1997, em um extenso artigo publicado na Revista de História Literária da França, assinado pelo escritor e pesquisador francês Denis Boisser. Boisser apresenta as tantas e perturbadoras coincidências entre as obras. Existem frases inteiras que parecem iguais, palavras poeticamente parecidas, um narrador que é o alter-ego do autor e, como em O Pequeno Príncipe, Patachu tem uma certa dose de melancolia e questionamentos sobre o mundo a partir do olhar infantil. A Embaixada da França, através do Programa de Apoio PAP Carlos Drummond de Andrade, já concedeu à Editora Piu apoio à tradução destas duas obras. Mas para viabilizar o tratamento das imagens e a impressão dos livros foi preciso lançar o projeto de Crowdfunding no Catarse. Com isso, as pessoas podem comprar os livros antecipadamente e as empresas podem apoiar o projeto contratando palestras ou mesmo colocando seu logotipo na contracapa das obras. 

O projeto de financiamento coletivo ficará no ar até 12 de fevereiro – www.catarse.me/patachu

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6 de jan de 2017

Qual a necessidade de indiretas?

Continuando as reflexões do ano, um caso muito interessante aconteceu no dia 31/12/2016 e só obtive conhecimento ontem, afinal de contas, reflexos do caso surgiram no dia 04.



Uma blogueira literária (vamos nomear de X) soltou uma indireta mais do que direta contra outra blogueira literária (vamos nomear de Y) sobre a quantidade de livros lidos.

Todo ano o skoob monta um ranking de leitores, conforme a sua meta. E ao final do ano, ele posta o ranking de forma detalhada.

Olhem o ridículo da situação:  A pessoa (X) fez uma postagem alegando ser mentiroso o ranking de leituras que Y fez no skoob.
Para piorar, X ainda colocou detalhes na postagem que para quem conhece Y, consegue conectar as indiretas/diretas. Além disso, X ficou ofendida porque amigos de Y rebateram a postagem.
Na alta análise da sua certeza, X simplesmente marcou Y, porém a bloqueou, ou seja, nem direito de resposta para a ofensa na rede social, Y teve.

Agora me digam:

Qual a necessidade de uma blogueira literária, que era para ser uma pessoa CULTA (aquela pessoa que tem cultura, que é instruída, civilizada ou informada, que tem conhecimento sobre vários assuntos) impulsionar uma ação tão miúda, atentando contra a honra de outra pessoa e não assumindo o que fez?

A situação é tão ridícula que gera descrença de tal fato ser real. 
Porque em todos esses anos que eu estou na "blogosfera" (e olha que eu já vi situações ridículas) essa foi a situação mais ridícula de todas. 

Sério mesmo que agora vai virar modinha olhar o ranking do skoob da pessoa e informar indiretamente que aquela pessoa tá mentindo?

Sério que o ranking daquela pessoa vai ofender o coleguinha ou a coleguinha de tal maneira, que vai ser preciso fazer uma postagem no facebook dizendo que é mentira?

Sério mesmo que depois de escrever, a pessoa não vai assumir que escreveu?

Sério que a pessoa marca uma pessoa e a bloqueia para que ela não tenha o direito de resposta?


O mundo tá muito errado!
A internet então tá pior!

Eu convivo com a pessoa?
Eu sei realmente o que estou falando?
Eu só estou supondo os fatos?


Se a resposta para duas das três perguntas é sim, então é bom rever o que está sendo escrito, afinal de contas tem um tipo penal do Código Penal Brasileiro que é cristalino quanto a isso:

Art. 140 - Injuriar alguém, ofendendo-lhe a dignidade ou o decoro:
Pena - detenção, de um a seis meses, ou multa.

Vamos aprender uma coisa:

Rede Social é para interação.
Quer ser uma pessoa negativa? ok
Quer ser uma pessoa que vive através da vida alheia? ok
Quer ser uma pessoa que gosta de textão? ok
Mas, saiba que a sua liberdade termina, quando atinge a liberdade alheia.

Quer falar verdades? ok

Mas, qual é a verdade?

A sua?
A da pessoa?
Ou a verdade real?

Pare, pense e leia!
Qual a necessidade de indiretas?
Quer falar alguma coisa, fale para a pessoa!
Não seja uma pessoa pequena!
Assuma os seus atos, sempre!

Alguém poderá fazer a seguinte pergunta:
Fernanda, mas porquê esse fato te deixou tão chateada pra fazer uma postagem?
E eu respondo:


É inadmissível que pessoas que trabalhem com o meio cultural tenham atitudes que demonstram falta de maturidade profissional,  emocional, social e espiritual. 

A industria das "tretas" deveria passar longe do campo literário/ cultural, afinal as pessoas que estão nesse meio deveriam ser pessoas mais instruídas e maduras.


Essa foi a reflexão do dia gente!
Sério que estamos em 2017 com esses fatos ainda?
Senhor, misericórdia!

5 de jan de 2017

Fandom, Youtube e Cérebro

Engraçado que até 2016 eu tinha interesse apenas no meio literário, mas com o tempo, fui analisando outros seguimentos e por isso a minha primeira postagem do ano de 2017 é sobre o fandom.

Fandom é um termo utilizado para caracterizar um grupo de fãs de determinada mídia, pessoa, etc., constituído pela empatia entre seus integrantes.

Isso é muito comum em bandas, séries, etc, porém existe também no Youtube.

Recentemente dois fatos me chamaram a atenção:

- O rompimento da Jout Jout com o namorado

e


Mas, Fernanda quem são essas pessoas? O que aconteceu? E qual o elo de ligação do termo fandom?

As três pessoas citadas são youtubers e como tal  apresentam um pouquinho das suas vidas para centenas de pessoas. Por tudo que apresentam e são, conseguiram construir um fandom , fãs que acompanham o trabalho, comentam, defendem, etc.

Eu inclusive acompanho duas das citadas e por tudo o que vi hoje nas redes sociais, fui observar as redes das três.

Depois de tudo o que eu vi, eu fiquei com a seguinte indagação na minha cabeça:

Até que ponto é interessante você participar de um fandom? Participar de um fandom tira a sua individualidade e capacidade de raciocínio?

Explico:

A Jout Jout como Influenciadora Digital teve que fazer dois vídeos explicando sobre os detalhes do término com o Caio.
Para alguns e para a própria Jout foi algo demais, mas é isso acontece com uma pessoa conhecida na internet e o fandom, assim como apoia as atividades dela, cobra explicações. É certo? É errado? Não sei, mas acontece e muito.

Sobre o atrito entre a Antonia e a Tati, tudo aconteceu porque a Tati em um vídeo deu um "toque" para a Antonia e ela ao invés de levar aquele "toque" para o profissional, simplesmente levou para o pessoal e aí caros amigos, o conflito pipocou.

A briga entre os fandons é algo fora de série e olha que isso aconteceu em 2016 e estamos em 2017.

Eu vi pessoas que estão se deixando levar e não procuram saber dos fatos para opinar.
Inclusive, ainda acreditam que a internet é uma terra sem lei.

E isso tudo não é tão diferente assim da política.
Ou vocês não lembram da briga de proporções bombásticas entre "tucanos" e "petistas"?
Ou daquela análise de que se você não for tucano, você é petista?

Em resumo, essa postagem é para analisar que o problema não é o ano e sim as pessoas, que a cada dia, parecem esquecer que o cérebro é um músculo e precisa ser exercitado.

Não adianta nada arrotar dizendo que é inteligente, se não consegue parar por 5 minutos para pesquisar e formular a sua opinião.

Não analisar, não pesquisar, não procurar a integridade dos fatos, dá espaço para verdadeiras atrocidades e a instalação da intolerância e violência.


Espero que vocês caçadores, consigam pensar fora da caixa, seja a caixa virtual ou física.
Como vários escritores já alertaram: A Leitura liberta, desde que você queira ser livre.

E vamos que vamos que hoje ainda é dia 05/01/2017.

Até a próxima!


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4 de jan de 2017

Harry Potter e a Criança Amaldiçoada (J.K.Rowling) @editorarocco



Editora Rocco
252 páginas
Média no Skoob 4.1
Classificação do blog 4


O foco da história, que é narrado em formato de peça, é Alvo Severo Potter, o filho mais novo de Harry e Gina. Acompanhamos o fardo que o garoto carrega desde o seu primeiro ano na escola por se achar inferior aos irmãos e ao pai. Ele também luta com o legado da família, um legado que nunca desejou, ser um Potter.

Devido a sua dificuldade em fazer amigos, Alvo tem somente um amigo próximo, Escórpio Malfoy. Essa amizade é muito explorada ao longo do livro e, às vezes, nos faz acreditar numa possível futura relação amorosa entre os dois devido a clara tensão que existe durante as páginas.

E em meios a tantos “ e se...” a sinopse tem razão: “à medida que passado e presente se fundem de forma ameaçadora, ambos, pai e filho, aprendem uma incômoda verdade: às vezes as trevas vêm de lugares inesperados”.

O livro explora bastante a relação entre todos os personagens, mas principalmente entre a relação pai e filho. Entretanto, não somente falando de Harry e Alvo, mas também Draco e Escórpio. É bem intenso a forma como os assuntos relacionados são tratados, e, sempre, tudo carregado com bastante nostalgia.

A história é cheia de fatos a serem questionados, mas ainda assim é uma ótima história.




SPOILER
Em meio à guerra, Voldemort tirou um tempo para uma trepada e teve uma filha? Bom, pelo menos foi uma filha e não gonorreia. Todos lutando e o cara metendo a vara? Nem dá para acreditar que ele tenha desejos sexuais sendo tão sem sentimentos. Outra coisa, são nove meses de gravidez minha gente. Esse tempo todo e nem uma barriguinha ou peitos gigantes surgiram na Belatriz? Mulher de sorte essa.
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