12 de out de 2016

O bangalô (Sarah Jio) @Novo_Conceito

Bom dia caçadores!

O bangalô é uma ficção norte-americana escrita pela autora Sarah Jio. Além de escritora, Sarah Jio é também jornalista e responsável por um blog sobre saúde e bem-estar e atualmente seus livros são publicados em 27 países.

Editora Novo Conceito
Ano: 2015
Páginas: 316
Média no Skoob: 4.3
Média no Blog: 3 lupinhas

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Lembranças boas sempre mexem com nossa vida, mas e se for uma lembrança de uma história que ainda não teve um final? Nesta história vamos conhecer Anne Calloway, uma jovem sonhadora que se formou em enfermagem juntamente com sua melhor amiga Kitty Morgan. Anne está noiva de Gerard Golfrey, seu prometido desde a infância fruto de uma amizade entre suas famílias.

"Quanto tempo você está disposto a esperar por sua felicidade?"

Mas Anne sente que deveria fazer algo maior com seu diploma, pois está em tempos de guerra e precisam de muitas enfermeiras voluntárias. Então ela resolve no dia da festa de seu noivado ir para Bora Bora com sua melhor amiga passar um ano, adiando o casamento com seu amado.

Essas são uma das lembranças de Anne Golfrey enquanto conversava com sua neta Jennifer, ao receber uma carta de Bora Bora depois de tantas décadas do que ocorreu por la, uma guerra que mudou tudo na vida dela e todos que viveram esta trama, principalmente quando ela descobre o que é o amor de verdade e quando conhece Westry Green e dividem juntos um bangalô.

O interessante na história do bangalô, é o percurso entre o passado e o presente narrado em primeira pessoa pela Anne ao relatar recordações de sua vida durante a Segunda Guerra Mundial e como foi vivência durante um ano em Bora Bora no ápice desta guerra que trouxe muita tristeza aos envolvidos.

9 de out de 2016

I Emaranhado

Ontem eu tive a honra de ser convidada para participar do Emaranhado.
Para saber mais sobre o evento, clique aqui.
E lógico que não poderia só apresentar o Clube do Livro MA, não é mesmo?
Então, veja o vídeo do evento agora:


Até a próxima!

4 de out de 2016

A Desconhecida (Peter Swanson) @Novo_Conceito

Autor: Peter Swanson
Editora: Novo Conceito
Ano: 2015
Páginas: 288
Média no Skoob: 3.4
Média no Blog: 3 lupinhas

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A Desconhecida é uma trama que envolve a vida de George Foss um cara sossegado de seus 40 anos que trabalha como editor em uma revista literária. Na época de faculdade ele conheceu uma garota com quem namorou por um tempo, misteriosamente ela se suicida, mas o que George não sabia era que essa garota não era quem ele acreditava ser.

Anos mais tarde a garota com quem ele namorou na faculdade aparece no bar que ele frequenta, e como ele presumira, ela estava em apuros, a partir daí a história começa a ser narrada em dois períodos o passado (na época da faculdade de como ele descobriu a verdadeira identidade da garota que se chamava Audrey que morrera e da garota que se passou por ela, chamada Liana com quem ele namorou) e no futuro com ela se chamando Jane e precisando que George devolva uma enorme quantia de dinheiro que ela roubou.

" - Ninguém pode escolher a família em que nasceu. Ninguém pode escolher o próprio nome, ou a aparência, ou que tipo de pais tem. Mas, quando ficamos adultos, temos chance de escolher, e podemos nos tornar a pessoa que gostaríamos de ser"  
" - Você faz parecer que os seres humanos são livres para mudar quem são em um piscar de olhos. Não é assim que as coisas funcionam. Podemos não gostar da forma que nascemos, mas isso não muda nada...ainda será quem somos"

E como demorou para ser processado que aquilo era um grande plano e ao mesmo tempo uma grande cilada. Mas como é praxe de cara apaixonado e iludido querendo ser o herói da história ele vai prestar esse favor, mesmo conhecendo o passado de Liana. Quando você está muito perto da coisa, ela pode ser atirada no ventilador e respingar em você.

Seria loucura dizer que a história não termina quando chega ao final?! com um final aberto você decidirá os fatos. Gostei da história não é uma história inédita e nem tem muita ação, foi bem fluida a narrativa, com uma escrita simples, não diria que mudaria muita coisa, claro que quando o final é aberto nunca agrada muitas pessoas. Narrada em dois tempos (o que particularmente eu adoro) e em terceira pessoa, com capítulos curtos com fontes iguais uma normal e outra itálica representando o presente e o passado respectivamente. 

Até a próxima!





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