29 de jul de 2016

Vamos conversar? #valorizeobooktube

Bom dia, caçadores!
Tudo bem com vocês?
Desde semana retrasada estou acompanhando a #valorizeobooktube .
Vocês já leram ou assistiram algo sobre o movimento?
Caso não tenham, tem um vídeo sensacional da Nay. Vou deixar aqui para vocês olharem:


Muitos já falaram de forma coerente, outros se perderam sobre o conteúdo do movimento, enfim, há uma miscelânea de vídeos/opiniões sobre o tema. 

Não irei gravar vídeo, pois o vídeo da Nay já aborda todos os tópicos que iria detalhar, mas fiquei com o interesse de escrever aqui no blog, para saber a opinião de vocês.

Percebo que todos os blogs da minha época (2010/2011), cresceram e mudaram o jeito de ver o meio literário: uns criaram suas empresas, outros são consultores, eu sou mediadora literária, enfim, por aí vai. O campo é limitado, é, mas se você não sabe valorizar o seu trabalho, não conte com o outro para fazer isso.

Como criadores de conteúdo, blogueiros, vlogueiros, youtubers, etc que lidam com conteúdo literário, precisam abrir o seu espaço. É recompensador? É, mas ao mesmo tempo não é algo fácil, por ser um setor novo.

O que é o movimento?
O movimento busca a valorização de todos que trabalham com o meio literário, tentando mudar a forma que as parcerias são veiculadas e até mesmo para que as empresas olhem o meio literário como o meio da moda (setor super valorizado), por exemplo.

O problema da amplitude do movimento é retratado quando:
1- Nem todo mundo tem consciência do que faz (entrou no meio para tentar ganhar livro e só). 
2- Pessoas entram em parcerias sem saber o que esperar;
3- Há quem fale mal do coleguinha para tentar se dar bem (se você pensa que a comunidade é unida, deixe eu quebrar os seus sonhos, não é. Você tem que conhecer as pessoas e saber com quem pode contar e com quem não);
4- O mundo de resenhas/entrevistas/matérias/layout e mascote de blogs plagiados é algo que não tem fim;
5- O #mimimi que tem quando alguns blogs estão na lista de parceria de uma editora e outros não. Aqui vou deixar claro que nem todas as seleções são justas, mas se você entrou no meio com o objetivo de fazer o seu conteúdo, você não vai depender só de parceria para continuar o seu desenvolvimento. 
6- Vilanizar editoras/parcerias, quando na verdade são feitas seleções para as parcerias, isso significa dizer que você pode aceitar participar ou não. Se você participou e quando chegar lá na frente, percebeu que a parceria não era nada do que esperava, basta cancelar. Eu já cancelei parcerias por isso, não uma, mais várias vezes. Graças a Deus as que tenho hoje são parcerias do meu coração, que respeitam o meu trabalho e a audiência de vocês.


O que você acha do movimento?
Acredito que ele é válido, mas precisa de um norteamento.
Acredito que a ideia inicial do movimento seja justamente esse debate, essa coleta de opiniões para amadurecimento, mas é perigoso deixar algo tão importante sem direcionamento, pois ele pode mudar o rumo e gerar complicadores.

Para finalizar:
Acredito que ainda hoje participamos de uma rede de criadores de conteúdo nova e por isso tudo ainda é muito difícil, mas se você tem persistência e sabe o seu valor, vai conseguir o seu espaço, de uma forma ou outra.

O que vocês estão achando do movimento?
Já fizeram algum texto ou vídeo?
Deixe aqui nos comentários.
Até a próxima!

Fonte imagem.

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