29 de set de 2015

Joyland (Stephen King) @Suma_BR

Média do Skoob; 4.3
Média do Blog: 4 lupinhas
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Vem conhecer Joyland o parque que vende diversão!

Devin Jones estudante universitário, vai trabalhar durante o verão de 1973 no parque Joyland, ele terá um verão cansativo, difícil, gratificante e perigoso.

"Eu era um virgem de vinte e um anos com aspirações literárias. Tinha três calças jeans, quatro cuecas, um Ford velho (com um rádio bom), pensamentos suicidas eventuais e um coração partido"

Como todo parque que se preze tem suas histórias, Joyland não ficaria fora dessa, a sua é ainda mais assustadora, estamos falando de um assassinato de uma garota no trem fantasma  e o que dizem é que seu espirito ainda vaga por lá, mas só algumas pessoas que trabalham no parque conseguem vê-la. Devin fica fascinado sobre essa história e começa a investigar com sua amiga, não tem suspeitos e o caso nunca foi solucionado. O assassino as vezes está ao seu lado, torna-se seu amigo e conhece toda a sua rotina, sempre desconfie de todos, todos são suspeitos até que se prove o contrário. 

Devin trabalha como ajudante geral, ele vende lanches, controla os brinquedos e até vestir a fantasia de um cachorro (o mascote do parque, que para alguns é um castigo devido ao calor intenso dentro da fantasia), mas para Devin será uma grande satisfação poder alegrar criancinhas. 

A história não vai girar só no parque, durante o percurso de ir e vir do serviço para a casa onde ele divide com mais dois funcionários recém contratados a senhoria e uma bibliotecária ele conhece a história de Mike um garoto com distrofia muscular e sua mãe Annie que já passou por alguns momentos perdidos na vida, eles moram em uma casa luxuosa de frente para a praia que é o caminho diário de Devin, com uma certa relutância da parte de Annie eles se tornam amigos. Uma história bem emocionante eles terão.

Uma narrativa envolvente e viciante, escrita simples, tem referências musicais e literárias, Stephen King tem um jeito de colocar o presente e o futuro em um mesmo parágrafo e continuar falando do presente sem se perder na história, não é uma história assustadora. Narrado em primeira pessoa, tem uma diagramação ótima, são 239 páginas que você vai ler rapidamente.

Por tudo mencionado Joyland levou 4 lupinhas. 
Até a próxima!

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