17 de jun de 2015

A Verdade Sobre o Caso Harry Quebert (Joël Dicker) @intrinseca

576 páginas

Média do Skoob: 4.2
Classificação do blog: 3 lupinhas

Quando Marcus Goldman tem a sua vida transforada radicalmente ao publicar o seu primeiro livro que logo se torna um best-seller, o formidável escritor vira uma estrela de luz brilhante visto em todo o mundo. Entretanto ao longo de dois anos ele não consegue escrever uma linha se quer e o bloqueio de escritor o toma por completo. Com um contrato milionário para a publicação do segundo romance, Marcus precisa correr contra o tempo se não quiser voltar a ser o pobre de antes.

O responsável por transformá-lo em escritor é o magnífico, prestigiado e autor do sucesso As Origens do Mal, livro best-seller e leitura obrigatória em todas as escolas, Harry Quebert. Marcus e Harry sempre tiveram uma relação muito próxima desde o início da faculdade, quando Harry enxergou em Marcus um enorme potencial. E é a ele que Marcus recorre para tentar se livrar do bloqueio e voltar a escrever.

Depois de uma temporada na casa do escritor, Marcus volta para Nova York de mãos vazias e sem ideias para o próximo livro. Mas tudo isso muda quando o corpo de uma jovem desaparecida em 1975 é encontrado no jardim de Harry junto com o original do romance que o consagrou como o autor de maior sucesso do país.

O professor revela ter escrito o seu livro para a garota e ter tido um romance com a mesma, mas jura não ter cometido o crime. O país inteiro detesta a ideia de que Harry manteve um romance com a garota de 15 anos quando o mesmo tinha 34. É nesta hora que Marcus banca o detetive e resolve provar a inocência do amigo provando que outra pessoa teria sido o assassino. A investigação começa por conta própria e aos poucos a história vai ser modificando e Marcus passa a contar com a ajuda do investigador local. Os segredos vão surgindo, mentiras reveladas e segredos jamais ditos vem à tona. 

A jornada do escritor/investigador é longa, pois o livro é longo e a fonte pequena. A história não é a das melhores, mas também não se pode dizer que é o pior livro de investigação. O que  acontece com frequência e isso pode nos deixar bastante irritados são as reviravoltas que insistem em aparecer a todo instante. É como se o autor não tivesse decidido quem seria o assassino enquanto escrevia. E em relação a escrita: nos deparamos o tempo inteiro com diálogos ridículos e desnecessários. No fim estamos irritados com quase todos os personagens, inclusive Harry Quebert.

“Prometa que um dia me levará para dançar pelas praias, só eu e você...” – página 240.


Considero um bom suspense com pegadas de amor. Somos instigados a pensar e ficamos curiosos. Talvez a história pudesse ser transferida para as telonas, ou telinhas em forma de série.




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