1 de mai de 2013

Alfred Hitchcock e os Bastidores de Psicose (Stephen Rebello)

Bom dia, Caçadores!

"Você vai adorar: os conflitos, as loucuras, o encanto." - Alair Lemes.

Ed. Intrínseca


Quero iniciar dizendo o quanto foi difícil começar a resenhar esse livro. Ele foge do meu estilo literário, mas desde que fiquei sabendo do filme antes de estrear nos cinemas brasileiros eu desejei o livro. Desejei e ganhei. Então logo comecei a leitura em meio a um turbilhão de acontecimentos na minha vida e isso atrasou a leitura. Depois da metade as coisas melhoraram um pouco e pude concluí-la de uma forma mais agradável.

Eu disse anteriormente que Alfred Hitchcock e os Bastidores de Psicose foge do meu estilo literário porque ele é mais jornalístico. Stephen Rebello fez um trabalho brilhante recrutando informações passadas desde antes de ser iniciada a criação do filme Psicose. É algo extremamente interessante ver como Rebello realizou seu trabalho nos dando em mãos a história do maior filme de suspense/terror de todos os tempos.


Por não ter tido investidores Hitchcock fez Psicose com apenas 800 mil dólares, dinheiro que ele mesmo investiu. Hitchc tinha planos para o filme e queria mostrar que conseguiria realizá-los mesmo sem o dinheiro que precisava e estava acostumado a ter dos investidores. Então ele precisou rodar o longa em preto e branco, contratar um elenco não muito conhecido e ajustar coisas aqui e ali para que o orçamento não passasse dos 800 mil dólares disponíveis.

Hitchc queria fazer algo inovador e Psicose era a sua chance. O filme contaria a história do perturbador Serial Killer Ed Gein. A mocinha principal morreria nos primeiros trinta minutos chocando o publico. Logo depois Lila Crane preocupada com a irmã que morreu esfaqueada no banheiro faz de tudo para encontrá-la juntamente com seu namorado Sam Loomis  e o detetive Arbogast. O final faz esse filme ser um dos melhores do diretor. As pessoas são pegas de surpresa desde a morte de Marion no banheiro.

O livro é muito bem escrito e detalhado. Algo que me chamou muita atenção foi o prefácio escrito por Rebello que conta seu trabalho sendo lido na mesa de reuniões da 20th Century Fox. Essa leitura do seu material é para começarem a gravar o filme Hitchcock que foi baseado em seu romance.

O roteirista Joseph Stefano comentou: “Psicose teve mais influência sobre Hitchcock do que ele teve sobre o filme. Um homem trabalha durante antes sem achar que esta tendo o reconhecimento merecido. Embora seja amado, respeitado e bem pago, sente que ninguém realmente sabe como o quanto ele é bom. De repente, com esse filme pequeno e estranho começa todo esse burburinho a respeito dele e de seu trabalho. Passam a dizer: ‘Você estava certo. Ele é realmente muito bom!’ e ele desmorona. Acho que foi demais para sua cabeça. Ele realizou seu sonho, e isso o tornou ainda mais assustado. Quem sabe? Talvez ele não achasse que era tão bom.” – pagina 192.

Assisti ao filme que foi baseado no livro e fiquei impressionado. Amantes dos livros e filmes, vocês precisam ler: Alfred Hitchcock e os Bastidores de Psicose e assistir aos filmes: Hitchcock e Psicose, o original de 1960.

Creio que eu tenha muito mais a ser dito, mas encerro essa resenha por aqui para não ficar longa demais. E justificando o motivo de dar apenas quatro lupinhas para um conteúdo tão bom da qual eu falei tão bem, é que ele foge do meu estilo literário.

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