Bom dia, Caçadores!
"Mais uma bela história do queridinho Nicholas Sparks." - Alair Lemes
Ed.
Novo Conceito
ISBN: 978-85-63219-13-8
349 páginas
“Gostei bastante da história, amo Nicholas Sparks e amo romances. Não é um livro de sentimentalismo
constante ou romantismo exagerado. Mas o livro nos traz lições de vida e
acontecimentos marcantes. Nicholas Sparks
é mestre em nos fazer sentir, e vivenciar cada sentimento, cada sensação de
seus personagens. É fantástico.” Thamires Xavier, Fonoaudióloga.
Eu comecei essa leitura com muito ânimo. Nicholas é meu
autor favorito e todos os seus romances são adorados por mim (aham, sou um
garoto que gosta dos romances do Nichoas Sparks). Eu tenho que concordar que às
vezes tenho a impressão de estar lendo a mesma história sempre, mas acho que é a
forma dele introduzir as coisas. Além das capas que me fazem ter essa mesma
impressão. Parecem iguais (sim!). Mas ele escreve muito bem e adoro isso.
Thibault era um fuzileiro naval e estava no Iraque quando, no
meio do deserto, encontrou uma foto. Sem noticias do dono daquela foto, ele
resolve levá-la sempre em seu bolso. A questão é que depois desse ocorrido,
Thibaut passou a ter sorte. Ele sobreviveu a vários atentados e ganhou jogos de
carta. Com isso acontecendo, seu amigo Victor passou a afirmar que a foto
funcionava como um amuleto de sorte.
No fim de uma de suas corridas, quando já avistava as
tendas, começou a diminuir o ritmo. Nessa hora, o sol já começava a nascer mo
horizonte, espalhando seus raios dourados pela paisagem árida. Recuperava o
fôlego com as mãos na cintura, quando viu o brilho pálido de uma fotografia
enterrada na areia. Parou para pegá-la e percebeu que a plastificação era
barata, mas bem feita, provavelmente para protegê-la das intempéries. Tirou o
pó para ver a imagem com mais nitidez e foi então que a viu pela primeira vez.
Cinco anos depois Thibault cruzou o país a pé em busca da
jovem da fotografia, para tentar retribuir o que ela fez por ele (ele se refere à
sorte que ela lhe deu) tendo como única companhia seu cachorro Zeus (muito
adorável!). Algum tempo depois ele chega a cidade de Hampton onde, enfim,
consegue encontrar a jovem da foto.
Elizabeth ou somente Beth, é uma mulher com menos de 30 anos
e mãe solteira. Aqui é aquela velha história: era jovem demais, namorava o cara
que vem de uma família podre de rica, ele também era novo e imaturo, então ela
engravidou. Se casaram, mas não deu certo e ela se tornou mãe solteira. Mas isso
não a magoou. Seu filho Ben é o melhor filho do mundo e visita o pai de quinze
em quinze dias, mesmo não gostando muito.
Clayton, ex marido de Beth, é o vilão da história. Confesso
que senti muita raiva dele, do modo como era e do jeito agia e por ai vai. Mas ele
não era completamente “mau”. Ele amava o filho (da sua maneira) e isso me
encantou. Posso dizer que esse personagem foi muito evoluído pelo autor, ele só
havia feito as escolhas erradas no passado.
E para concluir, a narrativa é feita em terceira pessoa, sob
o ponto de vista de Thibault, Beth e Clayton. Eu particularmente gostei disso. Gostei
do lugar onde se passou a história, dos personagens, até do cachorro Zeus
(aimeudeus, quero um para mim, assim como ele), gostei de tudo nesse livro. Eu
super recomendo (Yes!)
Classificação:
Não gosto muito da outra capa, essa nova é melhor. O conteúdo é muito bom (como sempre), mas percebi algo estranho ao ler. E a diagramação é simples, mas boa. Páginas amarelinhas *-*
Comentem ai.
Tivemos a opinião da Thamires Xavier.
Até semana que vem.
;)