18 de jul de 2012

Resenha: O Escolhido - Legado (Juliana Walker)


Bom dia, Caçadores!
"Predominantemente criativo." - Alair Lemes.

ISBN: 9-788564-469686
302 páginas



Classificação:
Capa: 10
Conteúdo: 7,5
Diagramação: 7,0


Sinopse: Depois de uma guerra, Avan, um mundo dominado pelos humanos mas que tem por lideres os fays, criaturas fantásticas que protegem a terra e os homens, seus inimigos, outrora amigos, chamados de os destruidores conseguem levar o mundo a ruína e ao medo por vários anos.
Inocentes perdem suas vidas e sua fé.
As esperanças são nulas até que algo inesperado como amor entre uma destruidora e um fay acontece e mostra ser mais forte que qualquer guerra.
Mas existe um preço, aqueles que por amor morreram, não se livrarão das sombras do mal tão fácil
Anos depois o reino principal se vê novamente cara a cara com o mal, e teme que os destruidores não foram vencidos, e partem em busca de esperança, de um fay, o ultimo que sabem estar vivo para leva-los a esperança, e quem sabe encontrar o legado do fay e da destruidora.
Surge na historia Ike e Neo dois jovens misteriosos que se juntam a causa de Avan, pois apenas eles conseguiram ficar cara a cara com a fera, o monstro que todos temem.
Mas a sonhadora Ana seria a chave principal, com seu amor, sua esperança, e sua crença nos fays, mostrando que sonhar não é errado, e que devemos sempre sonhar, e provar que o amor é mais forte que o ódio.
Com uma mistura de romance, aventura e mistério, O Escolhido não só prova que nossas escolhas são importantes, se nós lutarmos por um propósito maior que nós mesmos, jamais perderemos a batalha que travamos dentro de nós.


O livro começa com a morte de um lenhador. Confesso que sou a favor de mortes em início de histórias, mas isso depende do gênero do livro, claro. E com sinceridade, o inicio desse livro me agradou bastante. E para não ficar terror demais, a autora nos apresenta o que foram os fays e os destruidores. Boa!

Na primeira parte do livro, conhecemos Ana Cohen uma garota muito sem sal que mora na cidade de Leon com seu avô Ham (Ham? Ahan, isso mesmo) chefe da guarda do reino de Avan. E um dia, mesmo com a ameaça de guerra, ela sai para passear na floresta e conhece Ike Casey, um órfão que sonha com duas coisas: entrar para a guarda do reino de Avan e chegar perto de Ana e falar com ela. Fofinho não? A garota corre riscos e ainda assim sai de casa porque o destino quis cruzar o caminho desses dois. Own...

Seria um encontro coincidente perfeito se Ana não fosse atacada por uma fera. Isso não ficou triste e lamentável? Mas nessa confusão toda aparece um ex-ladrão, Neo que ajuda Ike salvar a donzela. Depois disso, várias coisas vão se desenrolando e o destino dos três vão sendo traçados.

Achei um pouco forçado essa parte do livro e os acontecimentos seguintes até a parte dois. Ficou uma mistura de “Eu já esperava isso” e “Porque tudo vai rápido demais?”. Para mim isso é um ponto negativo, mas para quem gosta de histórias aonde as coisas vão acontecendo rápido, esse é o livro certo.

Avan entrará em uma era de terror novamente.
Inocentes perderão suas vidas.
Das sombras o mal renascerá novamente.
Aqueles que juntos nasceram separados estarão, mas nunca tão fortes.
Um será escolhido para destruir, o outro para salvar.
Pelas mãos de seu irmão ele perecerá.
O escolhido destruído há de ser, ou trevas em Avan voltará.

A parte dois é show de bola! Assim, seguindo a profecia, eles partem em busca do profeta Park Hen, o carinha que fez essa profecia do quote, ai em cima.  Acontecem coisas estranhas numa floresta, quando eles cortam caminho por ela. Ok, essa parte me lembrou Harry Potter e Senhor dos Anéis, mas vou ficar quieto. E quando encontram o profeta, dão de cara com a fera novamente e é ai que as revelações são feitas. Aqui é aquela parte em que dá vontade de beber água, mas não vai fazer isso porque não quer parar de ler. 

E finalmente, na parte três, temos a guerra. É uma guerra injusta, causada pelo egoísmo de uma raça cruel visando apenas à destruição. Durante essa guerra, a profecia se cumpre. 

Gostei bastante do final. Nada me lembrou as partes chatas da história, que não foram muitas. Deu até uma certa emoção ao terminar a leitura. 

Classificação:
10 para a capa que é muito bonita. Gostei bastante das cores.
7,5 de conteúdo. Criativo, mas um pouco cansativo em determinadas partes. Em algumas chega até mesmo ser desajeitado.
7,0 pois encontrei inúmeros erros de diagramação.

Curtiram?
Comentem!
Até semana que vem.
;)





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