14 de fev de 2017

[Divulgação] As Invernas @eTordesilhas


Dolores e Saladina, irmãs apelidadas “As Invernas”, voltam à sua aldeia galega depois de um penoso exílio na Inglaterra, trazendo consigo lembranças que todos ali queriam esquecer. Uma linda, outra feia e desdentada, vivem uma relação típica de irmãs. De seu cotidiano comum, entremeado de flashbacks, vai se descobrindo os segredos macabros e grotescos que permeiam Tierra de Chá.
É do paradoxo do estranho e cotidiano, do cômico e dramático e do terno e perverso que se descobre a riqueza deste romance, seguindo pegadas de narradores cuja obra nunca acabamos de decifrar, porque, ao revelar um sentido, abre outros, e sobretudo abre a vida, sempre vertiginosa e desproporcionada.

Sobre a obra:
As irmãs Saladina e Dolores são enviadas pelo avô (dom Reinaldo) para fora do país quando ele se vê perseguido pelas forças nacionalistas (do general Franco) no início da Guerra Civil Espanhola (1936). Espécie de sábio da aldeia, pode-se dizer que era comunista. Interessado em ciência, comprou o cérebro de todos os habitantes da aldeia para estudá-los depois da morte deles. Para isso fez um contrato e pagou todo mundo. Como era tido por bolchevique, estava no radar das autoridades. Com a escassez de alimentos provocada pelo conflito, dom Reinaldo resolveu organizar a partilha dos víveres (tirando principalmente do padre e dando aos outros) e o plantio da terra. O padre, que era um glutão, começou a ficar nervoso com aquilo.
Com o avanço da guerra, a aldeia era cada vez mais controlada pelas tropas nacionalistas. Dom Reinaldo se esconde.
Enquanto isso, as irmãs, achando que iam para Cuba, acabaram na Inglaterra. Lá fizeram a sua vida. Voltaram anos depois para a Espanha e foram morar na cidade de La Coruña. Mais tarde Dolores se casa com Tomás, um pescador de polvos e fanecas da cidade de Santa Eugenia de Ribeira.
Dolores era linda. Saladina era feia e desdentada. A relação entre as duas é aquela típica das irmãs: amor, inveja, raiva, mais amor. Saladina nunca teve um namorado. As duas adoravam o cinema e sonhavam em ser atrizes, embora fossem costureiras.
Mas Dolores se casou com um bronco. Um dia, cansada daquela vida, fez as malas e disse que ia visitar a irmã. O marido disse que se ela não voltasse em um mês iria buscá-la. Junto com Saladina, Dolores acaba matando o marido. As duas decidem então voltar à aldeia natal carregando o defunto e o enterram no estábulo da velha casa da família. Junto com elas veio também a vaca Greta.
A chegada das duas à cidade traz de volta lembranças que todos ali queriam esquecer.
A escritora tem um tom pessoal inconfundível: a obra apresenta a mescla entre a tradição oral galega – as histórias contadas ao pé do fogo – e a fluida construção dos diferentes círculos narrativos. Estes vão se misturando docemente e envolvendo o leitor até que ele se torne próximo das figuras criadas. É também da difícil simbiose do poético e do narrativo que resulta o tom final da obra, sempre o mais difícil de enquadrar em uma fria definição, e por sua vez o mais definidor de um escritor de raça – e Cristina Sánchez-Andrade o é.
Trata-se de uma história que engloba o cômico e o dramático, o estranho e o cotidiano, o terno e o perverso. Nesses paradoxos se descobre a indiscutível riqueza do romance que se singulariza na combinação prodigiosa e equilibrada de níveis tão variados. Nesse sentido, a escritora segue as pegadas desses narradores cuja obra nunca acabamos de decifrar, porque, ao revelar um sentido, abrem outros, e sobretudo abrem a vida, sempre vertiginosa e desproporcionada.



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13 de fev de 2017

[Divulgação] O SOL TAMBÉM É UMA ESTRELA @editoraarqueiro

Primeiro lugar na lista de mais vendidos do The New York Times.

“Poético e envolvente, cheio de esperança, dor... e toda a vibração universal do coração humano.” – Booklist

“Emocionante e surpreendente.” – Publisher’s Weekly

Natasha: Sou uma garota que acredita na ciência e nos fatos. Não acredito na sorte. Nem no destino. Muito menos em sonhos que nunca se tornarão realidade. Não sou o tipo de garota que se apaixona perdidamente por um garoto bonito que encontra numa rua movimentada de Nova York. Não quando minha família está a 12 horas de ser deportada para a Jamaica. Apaixonar-me por ele não pode ser a minha história.
Daniel: Sou um bom filho e um bom aluno. Sempre estive à altura das grandes expectativas dos meus pais. Nunca me permiti ser o poeta. Nem o sonhador. Mas, quando a vi, esqueci de tudo isso. Há alguma coisa em Natasha que me faz pensar que o destino tem algo extraordinário reservado para nós dois.
O Universo: Cada momento de nossas vidas nos trouxe a este instante único. Há um milhão de futuros diante de nós. Qual deles se tornará realidade?
Saiba mais aqui , veja o vídeo do livro e compre o seu exemplar aqui.

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10 de fev de 2017

Planeta de Leitores: Eduardo Cilto - Traços


Vem, março <3

Novo ano, nova temporada de encontrões! 

E é Eduardo Cilto, criador do canal literário “Perdido nos Livros”, autor de “Traços”, quem dará partida neste segundo ano de projeto.
Convidamos VOCÊ para o Papo Jovem Adulto – uma conversa sobre a influência da chamada literatura YA (Young Adult), a representatividade de geração (em um momentum tão significativo da juventude) e o romance de estreia de Cilto. Mediado pelo Clube do Livro Maranhão e por uma representante da editora, o encontro conta ainda com uma sessão de autógrafos.


Em breve daremos mais detalhes da programação.
Enquanto isso, marque presença no link do evento, convide, compartilhe e se programe!


Sobre o autor e o livro


Eduardo Cilto sempre se identificou mais com personagens dos livros do que com as pessoas que conhecia. Nascido em 1996, na cidade de Santo André/SP, ele passa boa parte do seu tempo deslizando os olhos entre as páginas e tem o costume de inventar histórias sobre as pessoas que vê na rua. Em 2012, sua paixão por livros fez com que criasse o canal Perdido nos livros, no YouTube, onde expressa suas opiniões e surta sobre seus personagens favoritos junto com mais de 200 mil seguidores.

Traços
é uma ficção sobre encontrar-se no mundo como pessoa. Sonhos, desejos, coragem, sair da zona de conforto. Voltado para o público jovem, a ficção traz dois adolescentes que, após se perguntarem sobre o futuro, lançam-se numa viagem sem roteiro algum em busca de seus destinos. Nesta aventura, Matheus e Beatriz acabam descobrindo mais sobre si mesmos e encaram desafios que jamais pensariam que confrontariam.

“De um momento para o
outro, quando menos se espera, Eduardo, autor de mão cheia, tira o fôlego da
gente. Um livro cheio de reviravoltas e com final surpreendente.” Orelha de THALITA
REBOUÇAS.

Traços – Eduardo Cilto
Selo Outro Planeta – Editora Planeta
Literatura brasileira; Romance; Jovem Adulto.
272 páginas
Brochura

Sinopse 

Quando Matheus aceitou acompanhar Beatriz na festa do colégio, jamais imaginou que terminaria a noite participando de um ritual místico (de veracidade duvidosa) para saber o que o futuro reservava para ele e a amiga. Assim que as velas que os cercavam se apagam e uma resposta esquisita encerra a cerimônia, Beatriz leva o resultado a sério e entende que deve fugir da cidade pequena para se encontrar com seu destino nas ruas da capital de São Paulo. 
Perdido no meio de tudo, Matheus é obrigado a repensar o que considera certo ou errado quando é convidado para participar do plano maluco de fuga e decide que precisa passar por cima dos
limites impostos pelos pais para finalmente ser capaz de entender quem realmente é. Os dois amigos partem sozinhos para São Paulo e carregam consigo não somente as malas nas costas, mas também o peso de todos os problemas que achavam que estavam deixando para trás. 
Sem ter ideia do que estão enfrentando, Matheus e Beatriz descobrem mais sobre si mesmos, criam, quebram laços e encaram desafios que jamais pensaram que confrontariam enquanto contavam as moedas para realizar esse grande plano que iria mudar suas vidas para sempre.

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Sobre o Clube do Livro Maranhão

O Clube do Livro Maranhão é um projeto independente e sem fins lucrativos que reúne cidadãos da comunidade leitora em encontros – como eventos literários, seminários e outros – com o objetivo de proporcionar oportunidades de desenvolvimento sociocultural. Através de uma confraternização com leitores, o Clube é um Ponto de Cultura, hoje reconhecido pelo Ministério da Cultura, que agrupa um público de jovens e adultos (a partir dos 13 anos) antes dispersos, de modo que incentiva, impulsiona e integra diversas atividades culturais a partir da leitura e entretenimento.

IV Planeta de Leitores
MA com Eduardo Cilto
Traços - Papo Jovem Adulto
Dia: 25/mar
Local: Mezanino da Livraria
Leitura – São Luís Shopping
Horário: 15h às 18h - Entrada Franca.



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9 de fev de 2017

[Divulgação] Autora goiana lança livro com narrativa regada de sensibilidade e reflexão


 A jovem escritora Bela Dias mergulhou no universo de angústia e medo de seus personagens para escrever o drama “Os Últimos Dias”

Apesar da pouca idade, 19 anos, Bela não se intimidou ao deixar fluir o talento para escrever histórias que antes só existiam em seus pensamentos. Foi a partir de um relato da irmã mais nova que a jovem escritora teve um insight para desenvolver uma narrativa fictícia, mas que possui traços reais. “Os Últimos Dias”, livro lançado pela editora Novo Século, conta a história de uma adolescente de 16 anos, Raquel, que após ser diagnosticada com leucemia, não consegue enxergar esperanças em seu futuro e passa a conviver com a morte em seus pensamentos.

De forma sensível e tocante, a autora conta as angústias e inseguranças da protagonista, que ao conhecer o novo amigo, Gabriel, de seis anos de idade, também diagnosticado com a doença, sente necessidade de contá-lo sobre os encantos do mundo, que pela prematuridade, o menino não teve chance de conhecer.  “Raquel se enxergou em Gabriel e encontrou na amizade uma maneira de fugir da rotina triste do ambiente hospitalar. A leucemia é o ponto em comum entre eles, o que fortalece o laço de amizade que se iniciou na ala de câncer do hospital”, explica a autora.

O livro possui uma narrativa em primeira pessoa e atinge uma honestidade singular. A personagem principal, Raquel, não mede palavras e tem perspectivas sinceras sobre as novas situações que é obrigada a enfrentar, como a piedade dos amigos e perdas significativas. “Além das incertezas sobre o futuro devido à proximidade com a morte, os personagens têm que lidar com a aceitação, dos outros e de si mesmos, e momentos de introspecção”, comenta Bela.

Lançamento em Goiânia - Bela Dias lança o livro “Os Últimos Dias” pelo selo Talentos da Literatura Brasileira, da editora consagrada Novo Século, no dia 11 de fevereiro (sábado). O encontro será realizado na livraria Saraiva, localizada no shopping Flamboyant, onde os leitores poderão desfrutar de um bate-papo com a autora e uma tarde de autógrafos, a partir das 15 horas.

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